Ironia do destino? Talvez. Mas muita coincidência a polícia do Rio de Janeiro encontrar nesta tarde de quarta-feira um caminhão com toneladas de maconha camufladas - mas vejam só! – debaixo de montanhas de sacas de arroz.
Ainda na semana passada, os gaúchos se preocupavam com o destino do arroz estocado. Enfim, os defensores do separativismo lucrariam com a colheita do cereal mais consumido pelo objeto da comemoração deste centenário, a imigração japonesa.
O governo então interveio na crise do arroz e resolveu leiloar os estoques para, então, controlar uma súbita elevação inflacionária. Já se sabe que quanto menor a oferta, maior a procura, e maior são os preços, e exorbitantes são os lucros. Jean Baptiste Say, autor da Lei de Say – “para toda oferta existe uma procura” – nem precisaria desenvolver novas teorias para as rotinas e crises econômicas no mercado agropecuário. Muda o produto, mas não muda-se o cenário.
Mas então, a novidade vem a galope, ou em um caminhão. E cobre ervas alucinógenas, no Rio de Janeiro que sofre com a Dengue. Haja informação! O mais curioso, e penso, que o carregamento é apenas para abastecer a festa, então suspensa prioritariamente na Bahia, a famigerada Marcha da Maconha.
Assim como é natural, uma frota de caminhões de cerveja e por que não citar água e refrigerante, chegar às cidades para abastecer os comerciantes às vésperas de um evento pelas ruas, por que não trocar as bebidas, pelo motivo da Marcha?
Pelo menos é assim que os organizadores da festa esperavam que o manifesto fosse aceito: com naturalidade. A desembargadora baiana de nome engraçado – Rosemunda! Que nome desgraçado... – embargou a festa e disse mais: Disse que qualquer manifestante que aparecer às ruas, portanto faixas, cartazes ou qualquer objeto que faça alusão à passeata, estará cometendo crime de desobediência e poderá ser preso. Nada mais junto!
De fato, uma passeata desta natureza incita o uso e a legalização de uma droga ilícita. Assim como o estado baiano, outros estados seguiram a iniciativa da mandante da ordem e suspenderam a marcha. Só fico me perguntando o fim do arroz. Será que risoto de canabis relaxaria a economia e controlaria a inflação?
Vai saber...
Ainda na semana passada, os gaúchos se preocupavam com o destino do arroz estocado. Enfim, os defensores do separativismo lucrariam com a colheita do cereal mais consumido pelo objeto da comemoração deste centenário, a imigração japonesa.
O governo então interveio na crise do arroz e resolveu leiloar os estoques para, então, controlar uma súbita elevação inflacionária. Já se sabe que quanto menor a oferta, maior a procura, e maior são os preços, e exorbitantes são os lucros. Jean Baptiste Say, autor da Lei de Say – “para toda oferta existe uma procura” – nem precisaria desenvolver novas teorias para as rotinas e crises econômicas no mercado agropecuário. Muda o produto, mas não muda-se o cenário.
Mas então, a novidade vem a galope, ou em um caminhão. E cobre ervas alucinógenas, no Rio de Janeiro que sofre com a Dengue. Haja informação! O mais curioso, e penso, que o carregamento é apenas para abastecer a festa, então suspensa prioritariamente na Bahia, a famigerada Marcha da Maconha.
Assim como é natural, uma frota de caminhões de cerveja e por que não citar água e refrigerante, chegar às cidades para abastecer os comerciantes às vésperas de um evento pelas ruas, por que não trocar as bebidas, pelo motivo da Marcha?
Pelo menos é assim que os organizadores da festa esperavam que o manifesto fosse aceito: com naturalidade. A desembargadora baiana de nome engraçado – Rosemunda! Que nome desgraçado... – embargou a festa e disse mais: Disse que qualquer manifestante que aparecer às ruas, portanto faixas, cartazes ou qualquer objeto que faça alusão à passeata, estará cometendo crime de desobediência e poderá ser preso. Nada mais junto!
De fato, uma passeata desta natureza incita o uso e a legalização de uma droga ilícita. Assim como o estado baiano, outros estados seguiram a iniciativa da mandante da ordem e suspenderam a marcha. Só fico me perguntando o fim do arroz. Será que risoto de canabis relaxaria a economia e controlaria a inflação?
Vai saber...
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