Antônio Almeida
As Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) praticam crimes, seqüestram pessoas, matam e traficam drogas. É necessário que o exército Colombiano atue firmemente no combate a esta guerrilha e que estes criminosos sejam punidos nos rigores da lei.
Porém em tal situação, o que você faria se o seu filho estivesse sob o poder de seqüestradores e o Estado resolvesse jogar uma bomba para intimidá-los? Quando a Venezuela e o Equador negociavam a libertação da fraco-colombiana Ingrind Betancourt o governo da Colômbia fez exatamente isso ao matar um dos líderes das Farc Raul Reyes
Atualmente, o estado de saúde da refém Ingrid Betacourt é grave. Ela está com malária e hepatitbe, do tipo b e corre risco de morte. Ao invés de facilitar as negociações, o presidente Álvaro Uribe cortou o presidente da venezuela Hugo Chavez das negociações. Hugo Chavez já havia conseguido libertar as reféns Clara Rojas e Consuelo González.
Com a morte de Raul Reyes, o governo da Colômbia não só destruiu possibilidades de libertação de Ingrid Betancourt e dos outros reféns como acabou com qualquer chance de uma possível trégua das Farc.
Com sua ação, ele pode até mesmo ter desencorajado os membros de facções pequenas como o PCC (Primeiro Comando da Capital) até a rede terrorista Al-Quaeda a acreditar na trégua, na esperança, na libertação e na paz.
quinta-feira, 29 de maio de 2008
A CPI DOS CARTÕES CORPORATIVOS NA TV SENADO
Antônio Almeida
Os brasileiros que possuem antena UHF e conseguem sintonizar na TV Senado podem acompanhar diariamente o show de líderes partidários, eleitos legalmente com grande margem de voto. Atualmente, o assunto é a CPI dos cartões corporativos. Um tal de um dossiê que uns dizem 'que foi criado' para prejudicar o governo de Fernando Henrique. Outros políticos da oposição afirmam que pretendem investigar o se o documento vazou ou não.
Na emissora, não faltam troca de acusações, xingamentos e ameaças. É comum ver um dos líderes da oposição, Arthur Virgílio ameaçar a base aliada do PT de trancar a pauta. Na semana passada, foi a vez da senadora Ideli Salvatti protagonizar um bate-boca intenso com o senador Alvaro Dias, sobre o suposto dossiê contra o ex-presidente FHC. Ambos chegaram a discutir se os papéis do dossiê entraram no senado voando. Enquanto os políticos passam horas duelando ao invés de votarem os projetos importantes, não há derrotados e nem vitoriosos nesse jogo. Talvez o único derrotado seja o povo brasileiro, que há cada ano que passa, desacreditam mais nos políticos que elegeu.
Os brasileiros que possuem antena UHF e conseguem sintonizar na TV Senado podem acompanhar diariamente o show de líderes partidários, eleitos legalmente com grande margem de voto. Atualmente, o assunto é a CPI dos cartões corporativos. Um tal de um dossiê que uns dizem 'que foi criado' para prejudicar o governo de Fernando Henrique. Outros políticos da oposição afirmam que pretendem investigar o se o documento vazou ou não.
Na emissora, não faltam troca de acusações, xingamentos e ameaças. É comum ver um dos líderes da oposição, Arthur Virgílio ameaçar a base aliada do PT de trancar a pauta. Na semana passada, foi a vez da senadora Ideli Salvatti protagonizar um bate-boca intenso com o senador Alvaro Dias, sobre o suposto dossiê contra o ex-presidente FHC. Ambos chegaram a discutir se os papéis do dossiê entraram no senado voando. Enquanto os políticos passam horas duelando ao invés de votarem os projetos importantes, não há derrotados e nem vitoriosos nesse jogo. Talvez o único derrotado seja o povo brasileiro, que há cada ano que passa, desacreditam mais nos políticos que elegeu.
BOAS MANEIRAS
BOAS MANEIRAS: COLUNA
Para que evitemos cometer gafes nos locais sociais por onde circulamos, é necessário que criemos hábitos, mesmo estando em nossa casa.Pois, a repetição continua de certa manias dentro de casa pode ocasionar uma tremenda sai justa no âmbito social.
Sendo assim, é necessário que os costumes de boas maneiras sejam notados e ajustados em casa. É no ambiente familiar que os pais devem passar as noções de boas maneiras e convívio social aos filhos.
É na hora das alimentações que corrigimos pequenos erros de como utilizar os talheres, onde colocar o guardanapo, a não mastigar de boca aberta e como comer determinados alimentos, levantar da mesa antes do anfitrião, utilizar palitos de dente.
E é nessa hora também, que os pais devem ensinar aos filhos que à mesa alguns assuntos desagradáveis: morte, doença, devem ser evitados. E comentados em outro momento oportuno.
É importante que os filhos participem da vida e dos problemas familiares. Expressões como “não se intrometa” ou “não dê sua opinião” na conversas dos adultos, é um erro gravíssimo dos pais. Fundamental é desenvolver um raciocínio, entendimento e criação do pensamento critico do jovem.
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Para que evitemos cometer gafes nos locais sociais por onde circulamos, é necessário que criemos hábitos, mesmo estando em nossa casa.Pois, a repetição continua de certa manias dentro de casa pode ocasionar uma tremenda sai justa no âmbito social.
Sendo assim, é necessário que os costumes de boas maneiras sejam notados e ajustados em casa. É no ambiente familiar que os pais devem passar as noções de boas maneiras e convívio social aos filhos.
É na hora das alimentações que corrigimos pequenos erros de como utilizar os talheres, onde colocar o guardanapo, a não mastigar de boca aberta e como comer determinados alimentos, levantar da mesa antes do anfitrião, utilizar palitos de dente.
E é nessa hora também, que os pais devem ensinar aos filhos que à mesa alguns assuntos desagradáveis: morte, doença, devem ser evitados. E comentados em outro momento oportuno.
É importante que os filhos participem da vida e dos problemas familiares. Expressões como “não se intrometa” ou “não dê sua opinião” na conversas dos adultos, é um erro gravíssimo dos pais. Fundamental é desenvolver um raciocínio, entendimento e criação do pensamento critico do jovem.
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VIOLÊNCIA EM SALVADOR
FSBA
DATA:19/03/08
NOME: ROBERTA SANCHES
MATÉRIA: REDAÇÃO IV
PROFESSORA: BÁRBARA SOUZA
RECORREÇÃO DO EDITORIAL: VIOLÊNCIA
Violência em Salvador
A sociedade soteropolitana parece mais atenta aos debates sobre a violência. Tal discussão tem progredido em objetividade graças a estudos estatísticos – do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), foi informado que, desde 1980, as mortes eram associadas à violência e que, particularmente, 80% dos homicídios eram voltados para adultos jovens do sexo masculino. E que até hoje, essa estatística vêm se mantendo.
A polícia trabalha com a perspectiva, de que as maiorias desses crimes estejam ligados ao tráfico de drogas. Pois, ultimamente a mídia tem focalizado muito esse tema. Já que houve aumento de 38%, na taxa de mortalidade entre jovens.
De acordo com o jornal A Tarde, em 18 horas deste fim de semana foram executadas a tiros oito pessoas em Salvador e na Região Metropolitana. Neste mesmo período houve também assaltos, seqüestros e furtos de veículos.
As localidades mais atingidas com a violência são os bairros periféricos, como: Pero Vaz, Liberdade, Iapi, São Cristovão, Bairro da Paz e Baixa da Égua. Foram constatados pela Secretária de Segurança Pública- todos esses locais possuem ligação com tráfico de drogas.
O governador Jacques Wagner, falou que, o motivo do crescente índice de violência, em Salvador, está ligado a aposentadoria dos policiais e a falta de concursos públicos. Sem os concursos não tem como haver substituição dos cargos. Sendo assim, a demanda de policiais aposentados e maior que a de policiais efetivados.
E para insegurança da população e para os policiais civis e militares, de 150 postos de polícia 12 foram desativados. Com isso, há uma resistência dos policiais em trabalhar em determinados bairros considerados perigosos, de Salvador. E as unidades que ainda funcionam sofrem com a precariedade das estruturas: falta gasolina nas viaturas, instalações antigas, celas super lotadas.
Pior, com os postos policiais presentes, os meliantes estão matando. Sem eles a população fica refém dos bandidos. A ineficiência dos órgãos públicos de segurança está causando revolta na comunidade Bahiana.
Este quadro doloroso, vexatório, parece fadado a complicar-se. A desorientação de todos os órgãos públicos de segurança deixa transparecer, que a cidade esta entregue a marginalidade.
DATA:19/03/08
NOME: ROBERTA SANCHES
MATÉRIA: REDAÇÃO IV
PROFESSORA: BÁRBARA SOUZA
RECORREÇÃO DO EDITORIAL: VIOLÊNCIA
Violência em Salvador
A sociedade soteropolitana parece mais atenta aos debates sobre a violência. Tal discussão tem progredido em objetividade graças a estudos estatísticos – do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), foi informado que, desde 1980, as mortes eram associadas à violência e que, particularmente, 80% dos homicídios eram voltados para adultos jovens do sexo masculino. E que até hoje, essa estatística vêm se mantendo.
A polícia trabalha com a perspectiva, de que as maiorias desses crimes estejam ligados ao tráfico de drogas. Pois, ultimamente a mídia tem focalizado muito esse tema. Já que houve aumento de 38%, na taxa de mortalidade entre jovens.
De acordo com o jornal A Tarde, em 18 horas deste fim de semana foram executadas a tiros oito pessoas em Salvador e na Região Metropolitana. Neste mesmo período houve também assaltos, seqüestros e furtos de veículos.
As localidades mais atingidas com a violência são os bairros periféricos, como: Pero Vaz, Liberdade, Iapi, São Cristovão, Bairro da Paz e Baixa da Égua. Foram constatados pela Secretária de Segurança Pública- todos esses locais possuem ligação com tráfico de drogas.
O governador Jacques Wagner, falou que, o motivo do crescente índice de violência, em Salvador, está ligado a aposentadoria dos policiais e a falta de concursos públicos. Sem os concursos não tem como haver substituição dos cargos. Sendo assim, a demanda de policiais aposentados e maior que a de policiais efetivados.
E para insegurança da população e para os policiais civis e militares, de 150 postos de polícia 12 foram desativados. Com isso, há uma resistência dos policiais em trabalhar em determinados bairros considerados perigosos, de Salvador. E as unidades que ainda funcionam sofrem com a precariedade das estruturas: falta gasolina nas viaturas, instalações antigas, celas super lotadas.
Pior, com os postos policiais presentes, os meliantes estão matando. Sem eles a população fica refém dos bandidos. A ineficiência dos órgãos públicos de segurança está causando revolta na comunidade Bahiana.
Este quadro doloroso, vexatório, parece fadado a complicar-se. A desorientação de todos os órgãos públicos de segurança deixa transparecer, que a cidade esta entregue a marginalidade.
COLUNA
Nem sempre é uma questão de comportamento
Carlos José e Gabriela
No cinema pode-se notar os mais diversificados tipos de comportamento. Dos teens à velha-guarda, todos adoram freqüentá-lo. Mas, existiria um comportamento ideal para o público pagante? De pipocas à big sanduíches, com direitos a idas e voltas no banheiro, seria possível estabelecer um comportamento específico para essas salas? Dependeria do público ou do gênero do filme? Quem é que deve ditar como se comportar?
É comum e até comprovado pelos movimentos em shoppings que a faixa etária que ocupa a maior parte das cadeiras de um UCI, por exemplo, são os jovens de 13 a 21 anos. A fase turbulenta que caracteriza a maioria dos jovens dessas idades, traduz a falta de compostura que acaba irritando muitas pessoas de idades diferentes que também vão ao cinema.
Por ser um espaço “socializado”, as pessoas deveriam absorver a idéia de que existem normas que exigem uma adequação ao local. Afinal, o que leva as pessoas a irem ao cinema dentre muitas razões é o fato de assistir o filme em um telão, para muitos a sensação do glamour de ver tal filme no dia do lançamento, ou seja, lá os efeitos farão sentir sensações que em casa certamente não sentiria.
O gênero do filme é o fator principal que vai definir o(s) estímulo(s) do público espectador. Já pensou uma comédia onde os espectadores estivessem mudos? Muitas vezes as pessoas riem sem nem saber do que se trata, somente porque ouviu a outra. E um terror ou suspense sem aqueles gritinhos e sustos?
Porém atender o celular, ou simplesmente deixá-lo tocar, sujar o local, falar alto, são gestos inadmissíveis em lugares públicos quando exigem acima de tudo o silêncio. As pessoas devem se adequar às normas ditas éticas de uma sociedade porque senão viraria uma eterna baderna. Agora se você sentar em uma poltrona e à sua frente tiver um cara com as costas bem largas e aquele cabeção, não vai reclamar do comportamento não!
Carlos José e Gabriela
No cinema pode-se notar os mais diversificados tipos de comportamento. Dos teens à velha-guarda, todos adoram freqüentá-lo. Mas, existiria um comportamento ideal para o público pagante? De pipocas à big sanduíches, com direitos a idas e voltas no banheiro, seria possível estabelecer um comportamento específico para essas salas? Dependeria do público ou do gênero do filme? Quem é que deve ditar como se comportar?
É comum e até comprovado pelos movimentos em shoppings que a faixa etária que ocupa a maior parte das cadeiras de um UCI, por exemplo, são os jovens de 13 a 21 anos. A fase turbulenta que caracteriza a maioria dos jovens dessas idades, traduz a falta de compostura que acaba irritando muitas pessoas de idades diferentes que também vão ao cinema.
Por ser um espaço “socializado”, as pessoas deveriam absorver a idéia de que existem normas que exigem uma adequação ao local. Afinal, o que leva as pessoas a irem ao cinema dentre muitas razões é o fato de assistir o filme em um telão, para muitos a sensação do glamour de ver tal filme no dia do lançamento, ou seja, lá os efeitos farão sentir sensações que em casa certamente não sentiria.
O gênero do filme é o fator principal que vai definir o(s) estímulo(s) do público espectador. Já pensou uma comédia onde os espectadores estivessem mudos? Muitas vezes as pessoas riem sem nem saber do que se trata, somente porque ouviu a outra. E um terror ou suspense sem aqueles gritinhos e sustos?
Porém atender o celular, ou simplesmente deixá-lo tocar, sujar o local, falar alto, são gestos inadmissíveis em lugares públicos quando exigem acima de tudo o silêncio. As pessoas devem se adequar às normas ditas éticas de uma sociedade porque senão viraria uma eterna baderna. Agora se você sentar em uma poltrona e à sua frente tiver um cara com as costas bem largas e aquele cabeção, não vai reclamar do comportamento não!
Será que vai dá praia?
Roberta Sanches
O relógio despertou 8h, em pleno domingo.Acordei, tenho que levantar e estou decidida: vou a praia. Olhei da janela do meu quarto e vi o sol brilhando, céu de brigadeiro. Coloquei meu biquíni, liguei para Rogério meu namorado, marcamos então para ir à praia de Stella Maris. Ficamos na barraca do Gaúcho .Queria aproveitar aquele dia, tomar um banho, relaxar, beber uma água de coco, uma cerveja bem gelada e comer um peixe assado, como de costume.
Cheguei por volta das12h20, mas tal foi minha surpresa. Andava e corria na areia quente, olhava para um lado e para outro, o sol escaldante e a praia lotada. Entretanto, em seu lugar, deparei com uma visão desoladora. Parecia que tinha passado um furacão por ali, ou coisa parecida. Havia pedaços de madeiras, tijolos, entulhos por toda parte, não sei se foi devido á forte chuva da sexta-feira ou se realmente a maré trazia todo aquele lixo.
Gritei “Rogério, cuidado para não pisar no xixi do cachorro”. Rogério, um rapaz de estatura mediana, cabelos castanhos, barba por fazer, olhos cor de mel. Ele se aproximou de mim e ficou horrorizado, pois muitas pessoas levam cães para a praia- justamente no fim de semana que crianças costumam brincar na areia.
Meu irmão Roberto,que chegava naquele momento de dentro da água, também ficou preocupado com aquela cena e a situação. Sentamos na areia e começamos a conversar. Eu falei: “ se não bastasse o problema de algumas barracas estarem á espera da prefeitura, os animais ainda contribuem para o caos - comentou Rogério: - E um projeto novo da prefeitura e do Ibama querem acabar com as antigas barracas de praia, feitas de madeira e palha. Eles pretendem tirar 50% das barracas que estão instaladas entre as praias de Amaralina e Ipitanga.Só podia ser no governo de João Henrique, ele não está fazendo nada de bom, aliás ele troca o banho de mar por banho de asfalto, e a luz solar por luz de poste.
Ouvindo as lamentações de Rogério fiquei pensando: quantas pessoas trabalham nessas barracas e têm como única fonte de renda para sustentar toda família. As manobras políticas, ao que parece não levaram em conta, essas pessoas que esperam o ano todo pelo Verão para ganhar uma renda maior segurar a onda na baixa estação.Além disso, as barracas são um atrativo turístico e local a mais nas praias de
Salvador.Principalmente, aquele hotel enorme de frente para praia em Stella Maris.Será que o prefeito é tão burro que não vê que trata-se de um hotel cinco estrelas, e que a nossa cidade é um estado turístico?É , vamos esperar para as próximas eleições.
O relógio despertou 8h, em pleno domingo.Acordei, tenho que levantar e estou decidida: vou a praia. Olhei da janela do meu quarto e vi o sol brilhando, céu de brigadeiro. Coloquei meu biquíni, liguei para Rogério meu namorado, marcamos então para ir à praia de Stella Maris. Ficamos na barraca do Gaúcho .Queria aproveitar aquele dia, tomar um banho, relaxar, beber uma água de coco, uma cerveja bem gelada e comer um peixe assado, como de costume.
Cheguei por volta das12h20, mas tal foi minha surpresa. Andava e corria na areia quente, olhava para um lado e para outro, o sol escaldante e a praia lotada. Entretanto, em seu lugar, deparei com uma visão desoladora. Parecia que tinha passado um furacão por ali, ou coisa parecida. Havia pedaços de madeiras, tijolos, entulhos por toda parte, não sei se foi devido á forte chuva da sexta-feira ou se realmente a maré trazia todo aquele lixo.
Gritei “Rogério, cuidado para não pisar no xixi do cachorro”. Rogério, um rapaz de estatura mediana, cabelos castanhos, barba por fazer, olhos cor de mel. Ele se aproximou de mim e ficou horrorizado, pois muitas pessoas levam cães para a praia- justamente no fim de semana que crianças costumam brincar na areia.
Meu irmão Roberto,que chegava naquele momento de dentro da água, também ficou preocupado com aquela cena e a situação. Sentamos na areia e começamos a conversar. Eu falei: “ se não bastasse o problema de algumas barracas estarem á espera da prefeitura, os animais ainda contribuem para o caos - comentou Rogério: - E um projeto novo da prefeitura e do Ibama querem acabar com as antigas barracas de praia, feitas de madeira e palha. Eles pretendem tirar 50% das barracas que estão instaladas entre as praias de Amaralina e Ipitanga.Só podia ser no governo de João Henrique, ele não está fazendo nada de bom, aliás ele troca o banho de mar por banho de asfalto, e a luz solar por luz de poste.
Ouvindo as lamentações de Rogério fiquei pensando: quantas pessoas trabalham nessas barracas e têm como única fonte de renda para sustentar toda família. As manobras políticas, ao que parece não levaram em conta, essas pessoas que esperam o ano todo pelo Verão para ganhar uma renda maior segurar a onda na baixa estação.Além disso, as barracas são um atrativo turístico e local a mais nas praias de
Salvador.Principalmente, aquele hotel enorme de frente para praia em Stella Maris.Será que o prefeito é tão burro que não vê que trata-se de um hotel cinco estrelas, e que a nossa cidade é um estado turístico?É , vamos esperar para as próximas eleições.
MAM apresenta
Alice Coelho
Karina Oliveira
O Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM), que de moderno só parece ter o nome, em função da semana dos museus, apresentará sua nova/velha programação, de 12 a 18 de maio.
Todavia essas mudanças tornam-se pouco expressivas, pois o que ocorrerá na realidade é a apresentação de um pequeno diferencial nos eventos permanentes e duas novas exposições.
Prova disso é o Jam no MAM, que costuma ocorrer aos sábados e devido a essa tão entusiasmante programação, contará com a participação do Grupo de Interferência Ambiental (Gia). E o pinte no MAM, evento de pintura livre, que acontecia todos os domingos. Mas com a programação especial será realizado todos os dias, das 15 as 18h. Sendo que todos os trabalhos produzidos pelas crianças ficarão expostos no pátio externo do museu até o dia 18 de maio.
Com essa programação a instituição demonstra não ter interesse em atrair o público para prestigiar seu acervo.
Entretanto o evento poderá ser salvo, em uma atitude quase que desesperada, um último suspiro com as apresentações da fotógrafa italiana Patrízia Giacontt "A alma da Bahia", no dia 12, as 19h, que contará com a exposição de elementos, sons, imagens, folhas e literatura (homenagem ao escritor Jorge Amado) para expressar a alma da Bahia.
Outro meio para conseguir proporcionar algo atrativo será a apresentação do renomado (Gia) dia 14 de maio,as 19h.
A tentativa de fomentar alternativas, na Bahia, em prol da cultura, promovido pela instituição, esbarra na falta de divulgação de qualidade, porque poucas pessoas têm acesso ao que é promovido no local, perdendo desse modo o sentido de existir.
Afinal, para que serve a cultura propiciada pelos museus, se não for apreciada pelo público
Karina Oliveira
O Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM), que de moderno só parece ter o nome, em função da semana dos museus, apresentará sua nova/velha programação, de 12 a 18 de maio.
Todavia essas mudanças tornam-se pouco expressivas, pois o que ocorrerá na realidade é a apresentação de um pequeno diferencial nos eventos permanentes e duas novas exposições.
Prova disso é o Jam no MAM, que costuma ocorrer aos sábados e devido a essa tão entusiasmante programação, contará com a participação do Grupo de Interferência Ambiental (Gia). E o pinte no MAM, evento de pintura livre, que acontecia todos os domingos. Mas com a programação especial será realizado todos os dias, das 15 as 18h. Sendo que todos os trabalhos produzidos pelas crianças ficarão expostos no pátio externo do museu até o dia 18 de maio.
Com essa programação a instituição demonstra não ter interesse em atrair o público para prestigiar seu acervo.
Entretanto o evento poderá ser salvo, em uma atitude quase que desesperada, um último suspiro com as apresentações da fotógrafa italiana Patrízia Giacontt "A alma da Bahia", no dia 12, as 19h, que contará com a exposição de elementos, sons, imagens, folhas e literatura (homenagem ao escritor Jorge Amado) para expressar a alma da Bahia.
Outro meio para conseguir proporcionar algo atrativo será a apresentação do renomado (Gia) dia 14 de maio,as 19h.
A tentativa de fomentar alternativas, na Bahia, em prol da cultura, promovido pela instituição, esbarra na falta de divulgação de qualidade, porque poucas pessoas têm acesso ao que é promovido no local, perdendo desse modo o sentido de existir.
Afinal, para que serve a cultura propiciada pelos museus, se não for apreciada pelo público
O mistério que envolve um corpo
Karina Oliveira da Silva
Em decorrência da fatídica morte de Isabela Oliveira Nardoni, cinco anos, no último dia 29 de março, em São Paulo, uma força tarefa da perícia foi designada para encontrar provas que levem ao criminoso. Mais uma vez o Brasil está diante de uma barbárie.
A versão apresentada pelos únicos suspeitos, o pai da criança, Alexandre Nardoni e a madrasta Ana Jatobá é questionada pela polícia e contradizem provas coletadas no apartamento de onde a menina foi jogada.
No depoimento, Alexandre Nardoni contou à polícia que chegou com sua esposa ao Edifício London, onde mora, entre 23h10 e 23h20. Como as crianças dormiam, ele subiu primeiro com Isabella e depois desceu para buscar o resto da família. Ao chegar novamente ao apartamento viu que sua filha não estava na cama, onde a deixou, e a tela de um dos quartos tinha sido cortada. Logo depois percebeu que a menina havia sido jogada. Nardoni afirma que o apartamento foi invadido.
Segundo a perícia, é impossível a presença de uma terceira pessoa no apartamento, tendo em vista que, conforme testemunho dos suspeitos, tal pessoa teria apenas quatro minutos para bater na menina, esganá-la, cortar a tela, jogar a vítima pela janela, limpar o sangue, guardar o material usado para cortar a tela e sair trancando a porta. Também segundo a perícia, há indícios na blusa de Alexandre e no sapato de Ana Jatobá que ligam o casal ao crime.
Situações como esta se tornam uma infeliz realidade, não só do país, mas do mundo. Um crime que mexe na célula da sociedade: a família. No dia 29 de março, apenas Deus pode contar o que aconteceu no apartamento do sexto andar do Edifício London. Ou a perícia.
Em decorrência da fatídica morte de Isabela Oliveira Nardoni, cinco anos, no último dia 29 de março, em São Paulo, uma força tarefa da perícia foi designada para encontrar provas que levem ao criminoso. Mais uma vez o Brasil está diante de uma barbárie.
A versão apresentada pelos únicos suspeitos, o pai da criança, Alexandre Nardoni e a madrasta Ana Jatobá é questionada pela polícia e contradizem provas coletadas no apartamento de onde a menina foi jogada.
No depoimento, Alexandre Nardoni contou à polícia que chegou com sua esposa ao Edifício London, onde mora, entre 23h10 e 23h20. Como as crianças dormiam, ele subiu primeiro com Isabella e depois desceu para buscar o resto da família. Ao chegar novamente ao apartamento viu que sua filha não estava na cama, onde a deixou, e a tela de um dos quartos tinha sido cortada. Logo depois percebeu que a menina havia sido jogada. Nardoni afirma que o apartamento foi invadido.
Segundo a perícia, é impossível a presença de uma terceira pessoa no apartamento, tendo em vista que, conforme testemunho dos suspeitos, tal pessoa teria apenas quatro minutos para bater na menina, esganá-la, cortar a tela, jogar a vítima pela janela, limpar o sangue, guardar o material usado para cortar a tela e sair trancando a porta. Também segundo a perícia, há indícios na blusa de Alexandre e no sapato de Ana Jatobá que ligam o casal ao crime.
Situações como esta se tornam uma infeliz realidade, não só do país, mas do mundo. Um crime que mexe na célula da sociedade: a família. No dia 29 de março, apenas Deus pode contar o que aconteceu no apartamento do sexto andar do Edifício London. Ou a perícia.
Prevenção é a palavra chave
Karina Oliveira da Silva
Na brecha deixada pelos poderes públicos, os mosquitos da dengue fizeram sua moradia e ressaltaram a falta de estrutura nos hospitais públicos do estado. Agora o governo une forças contra a disseminação da doença que já vitimou 64 pessoas apenas no município do Rio de Janeiro.
Todos conhecem ou já ouviram falar dos cuidados para evitar a doença, porém, os índices confirmam o que era sabido; o aumento de pessoas picadas pelo Aedes Aegypti. Medidas preventivas são constantemente divulgadas em todos os verões, mas um país tropical como o Brasil favorece o surgimento e a proliferação dessa praga.
Para conter o alastramento da doença e acalmar a situação de medo que se instaurou no município, o governo convocou médicos de outros estados e montou tendas de hidratação em todo o Rio de Janeiro. Até o exército foi necessário para evitar que mais pessoas venham a óbito.
O quadro poderia ser evitado se o governo do Rio de Janeiro e a população se conscientizassem de seus papéis. O primeiro deveria investir devidamente os recursos destinados á saúde para o combate a doença. Já as pessoas têm por obrigação cuidar de suas residências, para que essas não virem hospedeiro da praga.
Destarte é possível perceber que se faz necessária uma ação mais firme do governo brasileiro, para evitar que um mosquito dissemine um clima de terror na população
Na brecha deixada pelos poderes públicos, os mosquitos da dengue fizeram sua moradia e ressaltaram a falta de estrutura nos hospitais públicos do estado. Agora o governo une forças contra a disseminação da doença que já vitimou 64 pessoas apenas no município do Rio de Janeiro.
Todos conhecem ou já ouviram falar dos cuidados para evitar a doença, porém, os índices confirmam o que era sabido; o aumento de pessoas picadas pelo Aedes Aegypti. Medidas preventivas são constantemente divulgadas em todos os verões, mas um país tropical como o Brasil favorece o surgimento e a proliferação dessa praga.
Para conter o alastramento da doença e acalmar a situação de medo que se instaurou no município, o governo convocou médicos de outros estados e montou tendas de hidratação em todo o Rio de Janeiro. Até o exército foi necessário para evitar que mais pessoas venham a óbito.
O quadro poderia ser evitado se o governo do Rio de Janeiro e a população se conscientizassem de seus papéis. O primeiro deveria investir devidamente os recursos destinados á saúde para o combate a doença. Já as pessoas têm por obrigação cuidar de suas residências, para que essas não virem hospedeiro da praga.
Destarte é possível perceber que se faz necessária uma ação mais firme do governo brasileiro, para evitar que um mosquito dissemine um clima de terror na população
CRIMINALIDADE TOMA CONTA DA CIDADE
A atual conjuntura sócio-econômica de Salvador culminou com a explosão da violência na capital baiana, constantemente divulgada pelos veículos de comunicação. Essa realidade não pertence a este governo ou ao passado. É apenas reflexo do que a falta de medidas eficazes pode causar a uma cidade.
As estatísticas comprovam o que era sabido pelos cidadãos: o aumento da violência nos grandes centros. Entre esses se encontra Salvador, que é considerada a quarta capital, entre 200 municípios pesquisados, com maior número de homicídios. Em 2006 foram registrados 678 assassinatos, enquanto 2007 registrou 975. O aumento de quase 40% é bastante significativo e desperta nas pessoas sentimentos díspares.
A sensação de insegurança é agravada pela excessiva vinculação, de informações sobre a violência, pelos veículos de comunicação. Tornando-se uma rotina, desagradável, fazer as refeições e acompanhar as estatísticas das mortes do final de semana. A impressão é de estar vivendo em uma guerra civil.
Em relatório divulgado em 2008 pela Rede de Informação Tecnológica Latino Americana.(Ritla), o crescimento da violência ocorre em todo o Brasil. Entre 1996 e 2006 o número de assassinatos no país foi maior do que o crescimento da população. Ao passo que a criminalidade aumentou 20%, a população brasileira cresceu apenas 16,3%.
Quem pode pagar, protege-se com o que há disponível no mercado de segurança particular; vidros blindados, cerca elétrica, alarmes, entre outros. Para quem não tem condições da arcar com a conta, resta resguardar-se em suas casas cercadas por muros e grades e, torcer para não virar mais um número. Esta sensação de insegurança é agravada pela excessiva vinculação dos veículos de comunicação.
Por ora o misto de impotência e revolta toma posse da população baiana, que assiste perplexa, nos telejornais, a linchamentos cometidos por populares revoltados, violência contra idosos (caso do diácono José Sérgio Barbosa Fontes agredido por um perito da Polícia Civil), grupos de extermínio encabeçados por militares- responsáveis por zelar pela ordem e segurança entre outras barbáries.
A incerteza do amanhã torna-se uma constante entre os soteropolitanos, que não sabem se irão retornar para seus lares após a jornada de trabalho ou até ir a esquina comprar pão. Contudo a temática parece não despertar tanta atenção dos "responsáveis" por governar a cidade, pois até o momento nenhuma atitude coerente foi tomada.
Percebe-se que não adianta promover pequenas ações isoladas como algumas câmeras em ônibus espalhados pela cidade, banho de luz e guarda municipal. É preciso despertar e investir em projetos eficientes, a curto prazo, que visem proporcionar aos cidadãos baianos uma condição digna para viver, pois os altos impostos pagos deveriam servir para algo.
*Karina Oliveira da Silva
As estatísticas comprovam o que era sabido pelos cidadãos: o aumento da violência nos grandes centros. Entre esses se encontra Salvador, que é considerada a quarta capital, entre 200 municípios pesquisados, com maior número de homicídios. Em 2006 foram registrados 678 assassinatos, enquanto 2007 registrou 975. O aumento de quase 40% é bastante significativo e desperta nas pessoas sentimentos díspares.
A sensação de insegurança é agravada pela excessiva vinculação, de informações sobre a violência, pelos veículos de comunicação. Tornando-se uma rotina, desagradável, fazer as refeições e acompanhar as estatísticas das mortes do final de semana. A impressão é de estar vivendo em uma guerra civil.
Em relatório divulgado em 2008 pela Rede de Informação Tecnológica Latino Americana.(Ritla), o crescimento da violência ocorre em todo o Brasil. Entre 1996 e 2006 o número de assassinatos no país foi maior do que o crescimento da população. Ao passo que a criminalidade aumentou 20%, a população brasileira cresceu apenas 16,3%.
Quem pode pagar, protege-se com o que há disponível no mercado de segurança particular; vidros blindados, cerca elétrica, alarmes, entre outros. Para quem não tem condições da arcar com a conta, resta resguardar-se em suas casas cercadas por muros e grades e, torcer para não virar mais um número. Esta sensação de insegurança é agravada pela excessiva vinculação dos veículos de comunicação.
Por ora o misto de impotência e revolta toma posse da população baiana, que assiste perplexa, nos telejornais, a linchamentos cometidos por populares revoltados, violência contra idosos (caso do diácono José Sérgio Barbosa Fontes agredido por um perito da Polícia Civil), grupos de extermínio encabeçados por militares- responsáveis por zelar pela ordem e segurança entre outras barbáries.
A incerteza do amanhã torna-se uma constante entre os soteropolitanos, que não sabem se irão retornar para seus lares após a jornada de trabalho ou até ir a esquina comprar pão. Contudo a temática parece não despertar tanta atenção dos "responsáveis" por governar a cidade, pois até o momento nenhuma atitude coerente foi tomada.
Percebe-se que não adianta promover pequenas ações isoladas como algumas câmeras em ônibus espalhados pela cidade, banho de luz e guarda municipal. É preciso despertar e investir em projetos eficientes, a curto prazo, que visem proporcionar aos cidadãos baianos uma condição digna para viver, pois os altos impostos pagos deveriam servir para algo.
*Karina Oliveira da Silva
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