Alice Coelho
Karina Oliveira
O Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM), que de moderno só parece ter o nome, em função da semana dos museus, apresentará sua nova/velha programação, de 12 a 18 de maio.
Todavia essas mudanças tornam-se pouco expressivas, pois o que ocorrerá na realidade é a apresentação de um pequeno diferencial nos eventos permanentes e duas novas exposições.
Prova disso é o Jam no MAM, que costuma ocorrer aos sábados e devido a essa tão entusiasmante programação, contará com a participação do Grupo de Interferência Ambiental (Gia). E o pinte no MAM, evento de pintura livre, que acontecia todos os domingos. Mas com a programação especial será realizado todos os dias, das 15 as 18h. Sendo que todos os trabalhos produzidos pelas crianças ficarão expostos no pátio externo do museu até o dia 18 de maio.
Com essa programação a instituição demonstra não ter interesse em atrair o público para prestigiar seu acervo.
Entretanto o evento poderá ser salvo, em uma atitude quase que desesperada, um último suspiro com as apresentações da fotógrafa italiana Patrízia Giacontt "A alma da Bahia", no dia 12, as 19h, que contará com a exposição de elementos, sons, imagens, folhas e literatura (homenagem ao escritor Jorge Amado) para expressar a alma da Bahia.
Outro meio para conseguir proporcionar algo atrativo será a apresentação do renomado (Gia) dia 14 de maio,as 19h.
A tentativa de fomentar alternativas, na Bahia, em prol da cultura, promovido pela instituição, esbarra na falta de divulgação de qualidade, porque poucas pessoas têm acesso ao que é promovido no local, perdendo desse modo o sentido de existir.
Afinal, para que serve a cultura propiciada pelos museus, se não for apreciada pelo público
quinta-feira, 29 de maio de 2008
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