Isabella Nardoni tinha apenas cinco anos. Perdeu sua vida de forma brutal, em meio a explicações confusas e contraditórias feitas pelo pai e madrasta. A menina é a única que não pode esclarecer a sua morte. Se pudesse, tiraria o peso da responsabilidade que está sob a polícia que investiga o caso.
De forma preventiva, a polícia solicita a prisão do pai, Alexandre Nardoni, e da madrasta, Anna Carolina Trotta Peixoto Jatobá. Não há provas que os condenem, apesar das evidências, mas há falta de argumentos que possam inocentá-los. Até agora, somente cartas e fotos do casal com explicações pouco convincentes foram divulgadas à imprensa.
A dificuldade da polícia em conseguir provas e evidências mais concretas tem sido o principal entrave do caso. Diante disso, assistimos ávidos a cada capítulo, na esperança de que se descubra o responsável pelo crime.
A situação nos remete ao caso da menina Madeleine McCann, desaparecida em 3 de maio de 2007. Em circunstâncias suspeitas, a menina desaparece do quarto onde os pais a haviam deixado, sem aparente explicação. Os pais foram também considerados suspeitos, mas até então as investigações caminham sem muito sucesso.
É perceptível a complexidade dos dois casos. Ambos aconteceram em famílias bem estruturadas, pelo menos economicamente. O que nos leva a pensar que um crime desse tipo possa ter sido cometido pelos próprios pais? Nossa sociedade tem assistido cada vez mais a cenas de violência dentro dos próprios lares, como o caso de Suzane Richthonfen, que matou os pais com o auxílio do namorado, em 31 de outubro de 2002. Episódios como esse são cada vez mais comuns e assustam a população.
Há os que discordem da prisão do casal Nardoni, dizendo que essa é atitude de uma polícia perdida nas investigações. Ponderemos que, diante de uma situação em que não há provas tangíveis, é necessário que se aja preventivamente com os suspeitos. E o que agrava essa condição de Alexandre e Anna Carolina são as declarações contraditórias e pouco convincentes. O que há para se entender é que não é intenção da polícia prender ninguém injustamente, mas até então, os principais suspeitos devem ficar sob vigilância da justiça.
De forma preventiva, a polícia solicita a prisão do pai, Alexandre Nardoni, e da madrasta, Anna Carolina Trotta Peixoto Jatobá. Não há provas que os condenem, apesar das evidências, mas há falta de argumentos que possam inocentá-los. Até agora, somente cartas e fotos do casal com explicações pouco convincentes foram divulgadas à imprensa.
A dificuldade da polícia em conseguir provas e evidências mais concretas tem sido o principal entrave do caso. Diante disso, assistimos ávidos a cada capítulo, na esperança de que se descubra o responsável pelo crime.
A situação nos remete ao caso da menina Madeleine McCann, desaparecida em 3 de maio de 2007. Em circunstâncias suspeitas, a menina desaparece do quarto onde os pais a haviam deixado, sem aparente explicação. Os pais foram também considerados suspeitos, mas até então as investigações caminham sem muito sucesso.
É perceptível a complexidade dos dois casos. Ambos aconteceram em famílias bem estruturadas, pelo menos economicamente. O que nos leva a pensar que um crime desse tipo possa ter sido cometido pelos próprios pais? Nossa sociedade tem assistido cada vez mais a cenas de violência dentro dos próprios lares, como o caso de Suzane Richthonfen, que matou os pais com o auxílio do namorado, em 31 de outubro de 2002. Episódios como esse são cada vez mais comuns e assustam a população.
Há os que discordem da prisão do casal Nardoni, dizendo que essa é atitude de uma polícia perdida nas investigações. Ponderemos que, diante de uma situação em que não há provas tangíveis, é necessário que se aja preventivamente com os suspeitos. E o que agrava essa condição de Alexandre e Anna Carolina são as declarações contraditórias e pouco convincentes. O que há para se entender é que não é intenção da polícia prender ninguém injustamente, mas até então, os principais suspeitos devem ficar sob vigilância da justiça.
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