Com o crescente surto de dengue em todo o país, as famílias se desesperam em vista de tantas vitimas da doença. Os focos aumentam a cada dia, para não dizer, a cada minuto. Isso, pela falta de medidas preventivas e pela falta de consciência das pessoas. Em vez de adotarem medidas prévias, antes de acontecer um caos, como está ocorrendo agora, simplesmente se acomodam e não se habilitam a fazerem as partes que lhes cabem como cidadãos. Se cada um fizesse realmente seu papel, o surto de dengue não teria ganhado tal proporção.
As pessoas só descruzam os braços quando a situação se agrava e torna-se quase que incontrolável. Quando não tem mais jeito e a coisa ficou mais feia, é que começam a enxergar e ver a real situação em que estão subordinados. Combater a dengue é dever de todos e a atitude começa dentro da própria casa. A prevenção é um método essencial, senão, o mais importante. Mas todo mundo se previne? Não. A verdade é que o brasileiro deixa tudo para a última hora, e essa última hora, pode ser a única de uma pessoa infectada.
Enquanto a doença não atingir alguém mais próximo, ou seja, um filho ou algum parente, as pessoas não se importam. Mas quando o problema chega dentro de casa, a situação muda. E muda radicalmente. O desespero vem à tona, sincronizado com a sensação de impotência diante de uma situação que poderia ser evitada através da prevenção. Prevenção não só dentro de casa, mas também em todo e qualquer lugar possível.
O mesmo acontece com outras doenças como a febre amarela, transmitida pelo mesmo mosquito transmissor do vírus da dengue, o Aedes aegypti. Em janeiro e fevereiro deste ano, uma epidemia causou pânico em todo o país. E mais uma vez, as pessoas não estavam preparadas para o que estava por vir. Por não se prevenir, a epidemia se alastrou deixando várias vítimas. Os indivíduos já estão condicionados ao desespero e quando uma nova epidemia surgir, reagirão da mesma forma. Uma verdadeira epidemia de desespero.
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