Alice Coelho
Elas estão no alto, fora do alcance de nossas mãos. São as estrelas, que brilham no céu, imperando com a sua grandeza. Elas são astros por natureza, que encantam pela luz que emanam, essa que, quando em vez, é ofuscada pelas nuvens que as encobrem.
Elas passam algum tempo sem brilhar, escondidas, no ostracismo provocado pelas névoas que as cercam. Nesse período, as estrelas esperam a ausência da massa de vapor que se eleva no ar. Um dia elas vão embora e a estrelas voltam a brilhar. Mas nem sempre é só luz que emana das estrelas. Elas são tão irrequietas que nem sempre se contentam em propagar luz. Há mais coisa entre céu e terra... Acreditaremos sempre que estrelas são astros inabaláveis?
Pode causar estranheza, mas há muitas estrelas que brilham sem sequer, sair do chão. São nossos astros terrenos, seres humanos de carne e osso. O brilho está na capacidade de parecerem perfeitos, de não saírem da linha e viverem no mundo ideal – o desejado por todos os humanos, quando não, na capacidade de produzir escândalos.
Além de nascer com o traseiro virado para lua, normalmente disparam sua fama da noite para o dia. As luzes emanam, agora, dos flashs usados nas câmeras dos paparazzi. Quanto mais flash, mais fama e mais brilho, porém mais perfeição é exigida das estrelas. Elas não podem mais entrar no mundo comum dos humanos e administrar isso não é para qualquer um. A vida pessoal não mais existe – ela se torna agora vida pública.
Em torno das estrelas se cria a imagem do ídolo, baseada em estratégias que permitam o seu brilho contínuo. Essa imagem é frágil, pois não corresponde ao real e não considerada que eles são, antes de tudo, humanos. É evidente que são considerados bons no que fazem, mas não há de se fazer manchete de seus hábitos da vida privada.
Um gol. Dois gols. Uma Copa. Uma carreira astronômica e internacional, com muita fama e dinheiro. Mas e a vida pessoal? Não vai bem, obrigado. Manchetes estampam casamentos, affairs, bebedeiras, farras, excesso de peso, sexo e drogas. A atenção agora é desviada para um cenário em que não há nada de tão admirável.
As névoas ofuscam o brilho da estrela. Será? Mas ele não é o homem da bola no pé? Não é o que parece. Agora o astro do futebol se torna o rei do escândalo sexual. O olhar da câmera se volta para a conduta moral do jogador, cobrando dele a imagem ideal personificada através da criação do ídolo. A luzinha vai se apagando... Não! Contraditoriamente ela se acende, por conta de um lado mais obscuro da vida pessoal do astro.
Elas passam algum tempo sem brilhar, escondidas, no ostracismo provocado pelas névoas que as cercam. Nesse período, as estrelas esperam a ausência da massa de vapor que se eleva no ar. Um dia elas vão embora e a estrelas voltam a brilhar. Mas nem sempre é só luz que emana das estrelas. Elas são tão irrequietas que nem sempre se contentam em propagar luz. Há mais coisa entre céu e terra... Acreditaremos sempre que estrelas são astros inabaláveis?
Pode causar estranheza, mas há muitas estrelas que brilham sem sequer, sair do chão. São nossos astros terrenos, seres humanos de carne e osso. O brilho está na capacidade de parecerem perfeitos, de não saírem da linha e viverem no mundo ideal – o desejado por todos os humanos, quando não, na capacidade de produzir escândalos.
Além de nascer com o traseiro virado para lua, normalmente disparam sua fama da noite para o dia. As luzes emanam, agora, dos flashs usados nas câmeras dos paparazzi. Quanto mais flash, mais fama e mais brilho, porém mais perfeição é exigida das estrelas. Elas não podem mais entrar no mundo comum dos humanos e administrar isso não é para qualquer um. A vida pessoal não mais existe – ela se torna agora vida pública.
Em torno das estrelas se cria a imagem do ídolo, baseada em estratégias que permitam o seu brilho contínuo. Essa imagem é frágil, pois não corresponde ao real e não considerada que eles são, antes de tudo, humanos. É evidente que são considerados bons no que fazem, mas não há de se fazer manchete de seus hábitos da vida privada.
Um gol. Dois gols. Uma Copa. Uma carreira astronômica e internacional, com muita fama e dinheiro. Mas e a vida pessoal? Não vai bem, obrigado. Manchetes estampam casamentos, affairs, bebedeiras, farras, excesso de peso, sexo e drogas. A atenção agora é desviada para um cenário em que não há nada de tão admirável.
As névoas ofuscam o brilho da estrela. Será? Mas ele não é o homem da bola no pé? Não é o que parece. Agora o astro do futebol se torna o rei do escândalo sexual. O olhar da câmera se volta para a conduta moral do jogador, cobrando dele a imagem ideal personificada através da criação do ídolo. A luzinha vai se apagando... Não! Contraditoriamente ela se acende, por conta de um lado mais obscuro da vida pessoal do astro.
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