A capital baiana tem assistido, nos últimos dias, seja pela televisão ou pelos jornais, aos capítulos de uma novela que aflige a população: o aumento da violência. Quando a manchete dos jornais não estampa os abalos provocados pela natureza, nela aparecem mortes de policiais, assaltos a ônibus, homicídios, tráfico e outros. As ocorrências têm tido aumento significativo principalmente nos fins de semana. Em decorrência disso, tem sido freqüente assistir a este tipo de notícia nas segundas-feiras nos principais veículos de comunicação. A violência aumenta e conseqüentemente, as notícias sobre ela.
O cenário é preocupante. A Bahia, em particular, assistiu no último mês, à exoneração do secretário de Segurança Pública do Estado. O próprio, antes de renunciar, admitiu estar diante de um quadro no qual a violência aumentava, enquanto o setor carecia de estrutura.
Há uma especulação de que, no caso baiano, o quadro agravou-se a partir do governo de Jacques Wagner (PT). Números da Secretaria de Segurança Pública (SSP) indicam que em 2007 houve 1.337 assassinatos contra 967 em 2006, quando o estado era governado por Paulo Souto (DEM). Dados da Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana (Rifla) contradizem os dados de 2006 informados pela SSP. A Rifla aponta para 2006, 1.176 assassinatos. Parece que o governo anterior tentou varrer a sujeira para baixo do tapete do vizinho.
Um estudo feito pela entidade revela que no país, entre 1996 e 2006, o índice de homicídios subiu em 20%. Dentro deste contexto, Salvador está na 342ª posição no ranking dos 556 municípios mais violentos e que concentram 44% da população do país. Isso significa dizer que 73% dos homicídios ocorreram nessas 556 cidades.
A segurança pública não é um problema isolado da Bahia e muito menos de Salvador. É necessário desconsiderar as rixas e heranças políticas, arregaçando as mangas para o trabalho. Não bastaram os R$ 890 milhões aplicados com o lançamento, em 2007, do PAC de Segurança - o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), o qual duplicou os investimentos no setor. Pelo jeito, não é suficiente aumentar as cifras, mas aplicar estratégias eficientes no combate a violência no país.
O cenário é preocupante. A Bahia, em particular, assistiu no último mês, à exoneração do secretário de Segurança Pública do Estado. O próprio, antes de renunciar, admitiu estar diante de um quadro no qual a violência aumentava, enquanto o setor carecia de estrutura.
Há uma especulação de que, no caso baiano, o quadro agravou-se a partir do governo de Jacques Wagner (PT). Números da Secretaria de Segurança Pública (SSP) indicam que em 2007 houve 1.337 assassinatos contra 967 em 2006, quando o estado era governado por Paulo Souto (DEM). Dados da Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana (Rifla) contradizem os dados de 2006 informados pela SSP. A Rifla aponta para 2006, 1.176 assassinatos. Parece que o governo anterior tentou varrer a sujeira para baixo do tapete do vizinho.
Um estudo feito pela entidade revela que no país, entre 1996 e 2006, o índice de homicídios subiu em 20%. Dentro deste contexto, Salvador está na 342ª posição no ranking dos 556 municípios mais violentos e que concentram 44% da população do país. Isso significa dizer que 73% dos homicídios ocorreram nessas 556 cidades.
A segurança pública não é um problema isolado da Bahia e muito menos de Salvador. É necessário desconsiderar as rixas e heranças políticas, arregaçando as mangas para o trabalho. Não bastaram os R$ 890 milhões aplicados com o lançamento, em 2007, do PAC de Segurança - o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), o qual duplicou os investimentos no setor. Pelo jeito, não é suficiente aumentar as cifras, mas aplicar estratégias eficientes no combate a violência no país.
*Alice Coelho
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