Alice Coelho
Com a epidemia de dengue no Rio de Janeiro, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) resolveu prestar atenção na publicidade dos analgésicos. “Doeu a cabeça, a febre chegou, tome remédio x”. É assim que são as propagandas dos medicamentos que podem estar agravando casos de pacientes com dengue. Foi nesse contexto que a Anvisa pediu, na última sexta-feira, 4, para que os laboratórios deixassem de veicular propagandas dos analgésicos, não se restringindo aos que contenham ácido acetilsalisílico, comprovadamente prejudiciais nesses casos. Isso inclui o paracetamol, suspeito de causar insuficiência hepática.
Para início de conversa, deveríamos discutir se a publicidade de remédios não teria que ser definitivamente proibida, o que hoje, pela lei, não é possível. Há uma relação de medicamentos que são isentos de prescrição médica, e dentro dela estão os analgésicos. Por isso, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, espera, diante do pedido, que os laboratórios deixem de veicular as propagandas e aproveitem voluntariamente esse espaço na TV, no rádio ou mesmo nos impressos, para conscientizar a população a respeito do risco do uso de analgésicos sem prescrição médica.
Um dos princípios básicos que nos faz pensar que a lei precisa ser revista é a velha história de quem sabe que remédio devemos tomar é o médico. Ele estuda para saber diagnosticar nossos males, avaliar o caso e prescrever os remédios adequados. Mas a maioria da população, insiste na auto-medicação, principalmente quando se depara com dificuldades de atendimento médico.
Diante desse quadro, em uma situação grave como a epidemia de dengue no Rio de Janeiro, a situação fica ainda mais crítica. Os casos aumentam e mesmo com o reforço dos hospitais militares, ainda há casos de pessoas que não conseguem atendimento. É nessa hora que a auto-medicação, como medida de emergência, pode ser prejudicial e às vezes, fatal.
Para início de conversa, deveríamos discutir se a publicidade de remédios não teria que ser definitivamente proibida, o que hoje, pela lei, não é possível. Há uma relação de medicamentos que são isentos de prescrição médica, e dentro dela estão os analgésicos. Por isso, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, espera, diante do pedido, que os laboratórios deixem de veicular as propagandas e aproveitem voluntariamente esse espaço na TV, no rádio ou mesmo nos impressos, para conscientizar a população a respeito do risco do uso de analgésicos sem prescrição médica.
Um dos princípios básicos que nos faz pensar que a lei precisa ser revista é a velha história de quem sabe que remédio devemos tomar é o médico. Ele estuda para saber diagnosticar nossos males, avaliar o caso e prescrever os remédios adequados. Mas a maioria da população, insiste na auto-medicação, principalmente quando se depara com dificuldades de atendimento médico.
Diante desse quadro, em uma situação grave como a epidemia de dengue no Rio de Janeiro, a situação fica ainda mais crítica. Os casos aumentam e mesmo com o reforço dos hospitais militares, ainda há casos de pessoas que não conseguem atendimento. É nessa hora que a auto-medicação, como medida de emergência, pode ser prejudicial e às vezes, fatal.
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