Karina Oliveira da Silva
Na brecha deixada pelos poderes públicos, os mosquitos da dengue fizeram sua moradia e ressaltaram a falta de estrutura nos hospitais públicos do estado. Agora o governo une forças contra a disseminação da doença que já vitimou 64 pessoas apenas no município do Rio de Janeiro.
Todos conhecem ou já ouviram falar dos cuidados para evitar a doença, porém, os índices confirmam o que era sabido; o aumento de pessoas picadas pelo Aedes Aegypti. Medidas preventivas são constantemente divulgadas em todos os verões, mas um país tropical como o Brasil favorece o surgimento e a proliferação dessa praga.
Para conter o alastramento da doença e acalmar a situação de medo que se instaurou no município, o governo convocou médicos de outros estados e montou tendas de hidratação em todo o Rio de Janeiro. Até o exército foi necessário para evitar que mais pessoas venham a óbito.
O quadro poderia ser evitado se o governo do Rio de Janeiro e a população se conscientizassem de seus papéis. O primeiro deveria investir devidamente os recursos destinados á saúde para o combate a doença. Já as pessoas têm por obrigação cuidar de suas residências, para que essas não virem hospedeiro da praga.
Destarte é possível perceber que se faz necessária uma ação mais firme do governo brasileiro, para evitar que um mosquito dissemine um clima de terror na população
quinta-feira, 29 de maio de 2008
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